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Marcelo Cocozza Felipe, Presidente
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Os resultados do primeiro trimestre da
indústria de ráfia de polipropileno foram bons, mas poderiam ser melhores. O
Setor ainda sente os reflexos da crise mundial que começou no final de 2008.
O volume de produção de ráfia foi de 27,4 mil toneladas,
representando um crescimento de 42,6% em relação ao mesmo período de 2009,
quando estávamos no auge da crise mundial. Os volumes estão voltando ao patamar
pré-crise – observamos um crescimento de 0,9% quando comparado com o primeiro
trimestre de 2008. A produção de sacaria convencional (sacos de 25, 50 e 60 kg)
nesse período, de 191,4 milhões de sacos, representou um crescimento de 16,3%
em relação ao mesmo período de 2009 e uma redução de 3,1% se comparado ao mesmo
período de 2008, confirmando a tendência de migração dessas embalagens para os
contentores flexíveis, mais conhecidas como “big bags”, que superaram a marca
de 3,6 milhões de unidades produzidas no primeiro trimestre.
As exportações de sacos e telas de ráfia, que continuam
sofrendo os efeitos da crise mundial, tiveram uma expressiva queda de 23% em
relação ao mesmo período em 2009 e de 32% em relação ao mesmo período em 2008.
Acreditamos que o setor terá seu crescimento comprometido em
2010 em função da queda das exportações que se verifica não somente em nosso
setor, mas também no agronegócio, importante consumidor de nossos produtos.
Pressão de custos preocupa
A indústria de ráfia de polipropileno tem sido muito
afetada pelos sucessivos aumentos do preço da matéria-prima, que já subiu cerca
de 20% desde o início do ano. A Braskem, única fornecedora da matéria-prima,
exporta cerca de 30% da resina produzida a preços internacionais para nossos
competidores, o que torna o produto transformado lá fora mais competitivo do
que o produzido no Brasil, devido ao câmbio valorizado e a alta carga
tributária. Os reflexos já se fazem sentir com a queda acentuada de nossas
exportações. A situação no mercado doméstico não é muito diferente, pois
dificilmente conseguimos repassar os aumentos da matéria prima para nossos
clientes.
Alternativas
A consolidação do setor vem sendo apontada como
alternativa imprescindível, a exemplo do que vem acontecendo com fornecedores e
clientes. Além disso, é fundamental a redução da alíquota do IPI e o
alinhamento dos preços de matéria prima do mercado interno com os do mercado
externo.
Bons negócios!!!
Marcelo Cocozza Felipe
Presidente
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:: Fique por Dentro
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José Ricardo Roriz Coelho
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José Ricardo Roriz Coelho, presidente da
Vitopel, fabricante de filmes plásticos, tomou posse no dia 4 de maio na
presidência da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico. A
indústria brasileira de transformação do plástico é a terceira geração da
cadeia petroquímica, constituída de 11,4 mil empresas em todo o território
nacional, com faturamento de R$35,9 bilhões anuais.
Roriz chega à presidência da entidade defendendo a harmonização
do IPI de resinas e produtos acabados, o aumento do prazo de recolhimento dos
impostos e acesso mais amplo a financiamentos, com o mesmo nível de juros dos
concorrentes internacionais, além de taxas de câmbio que não tirem a
atratividade das exportações brasileiras e que não induzam a uma maior
importação de produtos acabados.
Roriz defende a concentração das várias representações da
indústria do plástico num bloco forte e coeso, sob o guarda-chuva da Abiplast.
Falando à ‘Plásticos em Revista’, declara: “buscarei convergir para a Abiplast
os representantes de todas as correntes existentes na indústria de
transformação”. Alinhada com esse objetivo, a AFIPOL se faz representar na nova
diretoria da Abiplast, através de seus diretores: Eli Kattan, Ricardo Vívolo e
Marcelo Cocozza Felipe.
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Marcelo Vívolo
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Desde 1º de maio, Marcelo Vivolo, assume a
Presidência do Grupo Embrasa, sucedendo seu pai, Ricardo Vívolo, que após 30
anos à frente do grupo, passará a presidir o Conselho de Administração do grupo,
que está sendo criado. O Grupo Embrasa, fundado em 1973, com sede em Sumaré,
São Paulo, é especializado na produção de sacaria soldada e costurada e de
contentores flexíveis, mais conhecidos como “big bags”. Marcelo Vívolo, 27
anos, formado em administração de empresas na FACAMP em Campinas, iniciou sua
vida profissional aos 18 anos, trabalhando em uma pequena empresa de
transformação de polietileno. Após ter tido experiência na área administrativa
da Mitsubishi, ingressou no Grupo Embrasa em meados de 2006. Desde então vem se
preparando para assumir o cargo de primeiro executivo do grupo.
O controle acionário da Cromex S.A. passou, a partir 5 de
maio, a ser 100% da família Wajsbrot, que comprou a parte da família Jacques
Siekierski. Sergio Wajsbrot vai permanecer na presidência da companhia. Com
mais de 30 anos de atividades na produção de masterbatches de cores e aditivos
para plásticos a Cromex, que tem sede em São Paulo e filial na Bahia, é líder
brasileira no mercado de masterbatches, com 50% de market share. Além disso,
comercializa seus produtos em mais de 60 países da América Latina,
Europa Ocidental, Leste Europeu e outros. Atualmente, a Cromex tem capacidade
instalada para a produção de 132 mil toneladas/ano.
:: Destaque
A Braskem anunciou que planeja investir R$ 1,617 bilhão ao
longo deste ano. Só na Quattor, que foi adquirida em janeiro, o investimento
deverá ser da ordem de R$ 360 milhões, com prioridade na finalização dos
projetos iniciados antes da aquisição, que já receberam investimentos de R$ 2
bilhões, mas que ainda não geram receitas.
Segundo Bernardo Gradin, presidente da Braskem, a meta é
colocar esses projetos em operação no próximo semestre. "Esperamos ter
condições de colocar todo esse ativo rodando plenamente", afirmou o
executivo, durante apresentação à imprensa dos resultados financeiros do
primeiro trimestre, quando a Braskem teve prejuízo de R$ 123 milhões.
Já os ativos da americana Sunoco Chemical (Braskem America),
comprados em fevereiro, receberão aportes de R$ 56 milhões.
O plano ainda inclui a expansão de 200 mil toneladas da
capacidade de PVC em Alagoas, um projeto aprovado pelo conselho de
administração no último dia 6 e que prevê investimento de US$ 470 milhões até
sua conclusão, no primeiro semestre de 2012. Só neste ano, serão investidos R$
52 milhões nesse projeto.
Mais R$ 254 milhões serão investidos na planta de eteno
verde, que tem início de operações previsto para o terceiro trimestre deste
ano. Além disso, o plano inclui investimentos de R$ 72 milhões no México e R$
35 milhões na Venezuela, onde a Braskem tem joint venture com a estatal
Pequiven.
Outros R$ 317 milhões serão destinados a trabalhos de
manutenção em paradas programadas, enquanto R$ 462 milhões vão envolver outros
investimentos operacionais. As informações são do Jornal Valor Online.
Encontro Internacional Plástico Imagem e Desafios
A Plásticos em Revista realizará no dia 27 de maio, em São
Paulo, o Encontro Internacional Plásticos Imagem e Desafios. O mote do evento é
a crescente retração de consumidores frente à segurança e sustentabilidade dos
plásticos e o que se pode fazer para reverter essa imagem. A iniciativa conta
com patrocínio da Braskem, Activas, Borealis, Piovan, Premix, Sabic, entre
outros. As principais entidades setoriais, como Abiplast, Abief, Abipet,
Abiquim, Abrade, Adirplast, Abimaq, Afipol, Instituto do PVC, INP, Sinproquim e
Siresp apóiam este encontro. Será no Ceasar Business Paulista SP e as
informações para inscrições podem ser obtidas pelo e-mail: editoradefinicao@annamak.com.br ou telefone (11)
3666-8301.
Fispal Tecnologia
(26a feira internacional
de
embalagens, processos
e logística)
Data: 8 a 11 de junho
Local: São Paulo - SP
Contato: myriam.vallone@2pro.com.br; www.fispal.com;
(11) 3598-7800
Logística 2010
Data: 08 a 11 de junho
Local: Megacentro Wittich Freitag - Complexo Expoville -
Joinville - SC
Contato: eurofeiras@eurofeiras.com.br; (47) 3028-0002
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