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Sr. Eli Kattan, Presidente
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Quero aproveitar esta edição do AFIPOL News
para agradecer a presença dos associados no encontro realizado no dia 23 de
outubro em nossa sede em São Paulo. O encontro reuniu empresários da indústria
de fibras poliolefínicas brasileira e lideranças das duas maiores petroquímica
do país, Braskem e Quattor.
Nossos objetivos de atualizar conhecimentos e discutir os
rumos da cadeia petroquímica em geral e da indústria brasileira de fibras
poliolefínicas em particular, foram plenamente alcançados. Uma das principais
conclusões extraídas do encontro é a necessidade de integração entre todos os
elos da cadeia petroquímica – primeira, segunda e terceira gerações – para
sensibilizar, de um lado o governo quanto à necessidade de políticas favoráveis
à indústria nacional e de outro lado os empresários quanto à necessidade de
gestão responsável e sustentável de nossos negócios.
Mais uma vez agradeço a presença de todos e renovo o convite
para os próximos encontros.
Eli Kattan
Presidente
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:: Notícias
Com a presença de empresários do setor, a AFIPOL realizou
encontro de seus associados no dia 23 de outubro, em sua sede, em São Paulo. O
objetivo principal do encontro foi promover discussões sobre os rumos da
indústria brasileira de fibras poliolefínicas, especialmente no momento que
atravessamos, com tantas incógnitas. “Os reflexos da crise que o mundo
atravessa devem ser avaliados e discutidos com cautela para que possamos manter
a estabilidade dos empreendimentos de nossas empresas” ressaltou Eli Kattan,
presidente da AFIPOL, na abertura do encontro.
As estatísticas apresentadas durante o
encontro apontam tendência de estabilização para 2008, depois de um expressivo crescimento em 2007. Entre
janeiro de setembro de 2008, a produção de ráfia de polipropileno totalizou
87.6 mil toneladas, representando um crescimento de 1,2% sobre o mesmo período
do ano anterior. Vale destacar que a produção de sacaria convencional (sacos de
25, 50 e 60 kg) teve uma retração de 2,1% devido principalmente à migração
deste tipo de embalagem para contentores flexíveis (big bags), que no período
produziu 13.6 milhões de unidades, um crescimento de 12,8% em relação ao mesmo
período de 2007. As exportações representando 6,4% do total produzido, tiveram
um expressivo crescimento, de 37,4% se comparado ao mesmo período do ano
anterior. Chama à atenção nas estatísticas do setor, entretanto, a expressiva
queda de produtividade no período, de 7,2% em relação a 2007, o que sinaliza
que as apostas dos empresários do setor em uma demanda aquecida em 2008 não se
concretizaram. E para piorar, com a recente crise mundial, o financiamento de
capital de giro ficou muito mais difícil e oneroso. “De uma hora para outra os
bancos cortaram pela metade os limites de crédito e aumentaram as taxas de
financiamento para nossos clientes”
relata Ricardo Vívolo, Vice-Presidente da AFIPOL.

O encontro contou também com a participação
de lideranças das duas maiores petroquímicas do país, Braskem e Quattor. Na
ocasião, Rui Chammas, da Braskem e Gustavo Sampaio, da Quattor fizeram breve
exposição sobre as mudanças organizacionais ocorridas em suas empresas e sobre
as perspectivas e tendências para a cadeia petroquímica.
Rui Chammas, Diretor da Braskem, destacou que antes da
crise, a Braskem tinha projetos de dobrar a produção para 7 milhões de
toneladas em 2009, mas que diante das incertezas da economia, estes projetos
devem ser adiados, pelo menos até que se tenha alguma indicação sobre o
comportamento da economia. “O câmbio é a grande incognita” ressalta Chammas.
“Estamos discutindo com a Petrobras, não mais na posição de clientes
reinvindicando descontos, mas propondo
mudança de paradigma da petroquímica –
de modêlo importador para o modêlo exportador” complementa Chammas.
“Os resultados de 2008 já mostram a influência da crise, com
uma produção menor que a prevista” informa Gustavo Sampaio, da Quattor. “Para
2009 provavelmente haverá redução da capacidade”, complementa.
Os participantes do evento acreditam que para superar as
incertezas do cenário atual, toda a cadeia – da primeira à terceira geração –
deve tomar ações conjuntas. Entre as sugestões apresentadas no evento, estão
consolidar o setor como exportador e aumentar a acompetitividade das empresas
através da redução de impostos e alongamento dos passivos tributários.
Ao final do encontro Eli Kattan ressaltou que “O cenário
atual é especialmente perverso, pois a crise chega num momento de sazonalidade
do setor”. “Nesses momentos temos que manter a serenidade e firmeza. Com gestão
responsável e trabalho duro vamos superar mais esta crise”.
A secretaria da Agricultura de São Paulo divulgou no dia
três de outubro uma nota que orienta os produtores para o uso de créditos de
ICMS. Segundo a secretaria, a maioria dos produtores já ouviu falar desses
créditos e de sua utilização para pagamento de sacaria nova, embalagens
descartáveis e outros produtos agrícolas, mas para conseguir efetuar as
compras, o produtor precisa estar com os créditos aprovados até o mês
imediatamente anterior ao da compra. Depois, é necessário verificar se o
produto está dentro da listagem dos permitidos pelo governo. Após esses
procedimentos é preciso procurar uma empresa que aceite esses créditos.
Ao retirar a nota de compra por créditos o produtor deve
levá-la ao Posto Fiscal da propriedade para pegar o carimbo de liberação e
depois enviar cópia da NF para o estabelecimento onde as compras foram
realizadas.
O acesso aos créditos pode ser obtido através de contato
pessoal ou via contador com o posto fiscal do município, ou pela internet pelo
site www.pfe.fazenda.sp.gov.br
:: Notas
Especializada em desenvolver mercados, a Fispal Nordeste
coloca produtos e serviços em contato direto com público qualificado, formado
por profissionais da indústria, varejo e operadores food service, presentes na
Feira.
O evento
reúne todos os segmentos da
cadeia produtiva regional do setor de alimentos que se encontram para discutir
e atuar no desenvolvimento desse mercado brasileiro, terceiro maior pólo
gastronômico do País.
Para as empresas que participam, é uma excelente
oportunidade de ampliar os negócios, seja para desenvolver a marca na Região
Nordeste, distribuir nacionalmente aos produtos ou encontrar o caminho para a
exportação.
A 6ª edição da Fispal nordeste acontece no Centro de
Convenções de Pernambuco, em Olinda, do dia 4 ao dia 7 de novembro. Para mais
informações, (11) 3234-7725.
Recentemente o Instituto de Embalagens divulgou bons
resultados do curso de atualização em embalagens: Design, processos e
materiais.
Dos 227 alunos, 85% deles aprovaram a
apresentação, 84% aprovaram o conteúdo, 95% admitiram ter adquirido grande
conhecimento, 95% gostaram do material didático e 95% aprovaram a organização.
O Curso de 40 horas é divido em quatro blocos, sendo que o
primeiro discorre sobre os materiais e os principais processos de transformação,
o segundo bloco trata de tendências e inovações. Já o terceiro entra no
universo de embalagens abordando design, produção gráfica, pré impressão, os
diversos processos de impressão e acabamentos gráficos, cores e tintas,
adesivos, bem como rótulos e etiquetas. O quarto bloco trata da relação das
embalagens com o meio ambiente.
Para mais informações: Tel. (11) 3431-0727,
e-mail:atendimento@institutodeembalagens.com.br
:: Mercado
A rentabilidade da indústria química no último trimestre deverá ser
positiva, diante da valorização do real frente ao dólar e das quedas do
preço da nafta registradas nos últimos meses: em outubro o valor já é 12%
menor do que em setembro. A mesma queda de 12% já havia sido anotada em
setembro. No entanto, esses mesmos fatores, que já impactaram negativamente os
resultados dos fabricantes, não estão sendo comemorados. Isso porque a demanda
em 2009 deve ser reduzida diante da crise financeira.
A Braskem, maior produtora de resinas da América Latina, afirma estar diante
de um período de observação para poder avaliar como reagirá a oferta e
demanda de resinas no País.
No segundo trimestre do ano, a rentabilidade da Braskem foi impactada
negativamente graças aos aumentos consecutivos da matéria-prima. No período,
o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$
519 milhões, o que representa uma redução de R$ 291 milhões em relação a
igual período de 2007.
(Fonte: DCI)
As importações de resinas cresceram 5% em setembro em relação a agosto,
alcançando 84,9 mil toneladas, e as exportações tiveram redução de 0,6% no
período, chegando a 70,6 mil toneladas. No ano, as importações chegam a 764
mil toneladas, com alta de 59,4%, igual ao mesmo período de 2007. As
exportações caíram 34%, para 585,6 mil toneladas. O consumo aparente de
resinas ficou próximo a 3,7 milhões de toneladas, 14,8% maior que no mesmo
período de 2007.
Já a produção de resinas termoplásticas - que inclui polietilenos (PE),
polipropileno (PP), poliestireno (PS), policloreto de vinila (PVC) e o
copolímero de etileno e acetato de vinila (EVA) - caiu 21% em setembro em
relação a agosto. Na comparação com setembro de 2007 a queda é de 8,9%. A
queda acentuada se deve principalmente à parada para manutenção da unidade da
Quattor no Pólo Petroquímico do ABC, em São Paulo. Foram produzidas 357,6 mil
toneladas no mês passado, ante as 452,9 mil registradas em agosto. As vendas ao
mercado interno, de 272,5 mil toneladas, mantiveram-se praticamente no mesmo
patamar de agosto.
No acumulado do ano, a produção já soma 3,5 milhões de toneladas, 3% a
menos que o registrado em 2007. Até setembro, as vendas internas somaram 2,6
milhões de toneladas, com crescimento de 0,9%, na mesma comparação, de acordo
com Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).
(Fonte: Gazeta Mercantil)
:: Inovação
No GP Brasil de Fórmula 1, no próximo
domingo, 02 de novembro, em Interlagos, São Paulo, o pódio da corrida que
consagrará o campeão mundial de 2008 e uma importante conquista brasileira no
campo da inovação: os troféus a serem entregues ao primeiro, segundo e terceiro
colocados, foram desenhados pelo arquiteto Oscar Niemeyer a partir de um
material inédito na história da competição, o plástico verde da Braskem.
Primeiro polietileno certificado do mundo feito a partir de matéria-prima 100%
renovável - etanol da cana de açúcar -, o polímero verde é a confirmação do
compromisso da Braskem, empresa petroquímica líder no mercado latino-americano
e terceira maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com o
desenvolvimento sustentável. Para transformar o plástico verde em obra de arte,
a Braskem uniu a sua inovação à criatividade de Niemeyer.
Braskem produz primeiras amostras de polipropileno a partir
de matéria-prima 100% renovável com certificação internacional.
As amostras foram obtidas primeiramente em
escala de laboratório e na seqüência em planta-piloto, onde se produziu
homopolímero e copolímeros. Essa inovação abre perspectivas muito promissoras
para o desenvolvimento de aplicações com essa resina verde, que apresenta as
mesmas propriedades e características que fizeram do polipropileno tradicional,
entre todos os termoplásticos, aquele com crescimento de consumo mais
acelerado.
O polipropileno verde da Braskem foi analisado pelo
laboratório norte-americano Beta Analytic Inc., líder mundial na análise de
isótopos de carbono, que atestou sua origem 100% renovável através de
metodologia para detecção de carbono fóssil na amostra.
"Essa nova conquista tecnológica confirma a capacidade
de inovação da Braskem e abre a oportunidade para identificação de mais um
mercado para esta nova resina de fonte renovável. O dimensionamento do mercado
definirá os próximos passos e prazos para detalhamento e implantação da nova
tecnologia até atingir escala comercial", explica Antonio Morschbacker,
responsável por Tecnologia de polímeros verdes da Braskem. Embora não haja
ainda previsão de data para que o polipropileno verde chegue ao mercado, a
Braskem conta com parcerias para acelerar o desenvolvimento desse projeto, em
setores como o de embalagens para alimentos, para artigos de higiene pessoal e
doméstica, além da indústria automobilística, entre outras.
:: Meio ambiente
Francisco de Assis Esmeraldo*
Hoje, é impossível pensar no homem vivendo sem os plásticos.
Desde as embalagens que conservam os alimentos por mais tempo até os materiais
hospitalares descartáveis, que contribuem para evitar a propagação de doenças
contagiosas, são incontáveis os benefícios que o produto trouxe e continua
trazendo à humanidade. Com os plásticos, tudo ficou mais barato, mais fácil
para transportar e mais prático de armazenar, tornando a vida mais cômoda. É
certo, no entanto, que algo precisa ser feito para evitar que o material -
assim como outros produtos - polua o meio ambiente. Para a indústria, mudar
essa situação significa caminhar na direção da sustentabilidade - praticar os
chamados três erres: reduzir, reutilizar e reciclar.
Pautada por esse tripé, a cadeia produtiva dos plásticos vem
reduzindo o consumo excessivo, estimulando a reutilização e promovendo a
reciclagem mecânica e a energética. Uma das iniciativas nesse sentido é o
Programa de qualidade e consumo responsável de sacolas plásticas, lançado em
maio por meio de parceria entre entidades da indústria do plástico e que reúnem
supermercados. Prevê a substituição das atuais sacolinhas distribuídas pelos
supermercados por outras mais resistentes, capazes de diminuir o seu consumo em
cerca de 30% no período de 12 meses, a contar de maio. O projeto-piloto foi
testado na Grande São Paulo em junho, com resultado surpreendente: 30 dias
depois de sua implantação, o consumo das sacolas plásticas nos pontos-de-venda
dos supermercados que aderiram ao programa caiu 12%. A indústria do plástico
partilha da preocupação de toda a sociedade com o meio ambiente e acredita na
força da educação para incentivar as boas práticas, razão pela qual o programa
contempla, além da produção e confecção de sacolas mais resistentes, que
dispensam a sobreposição (uso em duplicidade) e permitem também o uso da sua
capacidade total, ações para conscientizar o consumidor a evitar o desperdício
de embalagens. Outro aspecto a se considerar seriamente se refere ao plástico
proveniente da coleta seletiva, que é matéria-prima para a produção de outros
produtos plásticos. É a chamada reciclagem mecânica, que permite esse
reaproveitamento. No Brasil, o processo cresce à ordem de 12% ao ano, e o país
já dispõe da tecnologia para o tratamento térmico de lixo que soluciona esse
problema. É a chamada reciclagem energética, considerada uma das soluções para
a necessidade de substituir os combustíveis fósseis por fontes alternativas de
energia.
O modelo - adotado largamente em países como Estados Unidos,
China, Japão, Itália, França e Suíça, entre outros - transforma lixo urbano em
energia elétrica e térmica usando como combustível todo tipo de plástico
(sacolinhas, inclusive) que, por qualquer razão, não possa ser destinado à
reciclagem mecânica. O processo permitiu à Alemanha, por exemplo, abolir
aterros sanitários do país. Atualmente, cerca de 150 milhões de toneladas por
ano de lixo urbano são destinadas a mais de 750 instalações para usinas de
geração de energia elétrica ou térmica espalhadas mundo afora, todas
perfeitamente adequadas às mais rígidas normas ambientais - só o Japão tem 190
unidades. Plástico não é lixo. Ainda assim, a agressão provocada pelo descarte
indiscriminado de resíduos dele no meio ambiente prossegue. A indústria está
empenhada em tornar a reciclagem economicamente atrativa e em promover a
educação ambiental em todo o país. Universalizar a coleta seletiva e penalizar
os que descartam resíduos na natureza, no entanto, ainda são desafios que se
impõem a todos os que se preocupam com o futuro desta e das próximas gerações.
(Fonte: Jornal Estado de Minas)
*Engenheiro químico, presidente da Plastivida Instituto
Sócio-Ambiental dos Plásticos.
Nos finais de semana de outubro, as crianças que
compareceram ao Paulínia Shopping se divertiram e aprenderam ao mesmo tempo. A
Braskem promoveu o projeto “Arte com Plástico” aos sábados e domingos do mês
das crianças. Os participantes tiveram a oportunidade de brincar com produtos
recicláveis que, com a nova destinação, deixaram de ir para o lixo e contaminar
o Meio Ambiente. Além disso, usaram a criatividade para produzir peças feitas
de plástico.
O programa “Arte com Plástico” foi criado em 1996, em
parceria com prefeituras locais, com o objetivo de levar educação ambiental
para as crianças de uma maneira lúdica, criativa, inteligente e divertida. As
crianças aprendem a fazer brinquedos a partir de materiais que seriam
descartados no lixo. O programa possui iniciativas em Alagoas, Bahia, São Paulo
e Rio Grande do Sul.
(Fonte: Paulínea News)
Numa parceria entre a Plastivida, o Metrô de São Paulo e o
Instituto Brasil Leitor (IBL), 5 estações do metrô vão receber em novembro, Oficinas de
Leitura do livro “Lalá e a Sacolinha falante”
com alunos de escolas públicas para produção de brinquedos artesanais com a
reutilização de materiais plásticos: sacolinhas, garrafas, tampas e canudinhos.
Como incentivo à reciclagem, as crianças
participantes de cada oficina são presenteadas com o livro e os brinquedos produzidos
por elas mesmas. Para os leitores que fazem empréstimos de livros nas
bibliotecas do IBL, localizadas nas estações do Metrô, também é entregue
gratuitamente um exemplar da publicação.
A primeira das oficinas foi realizada em 7 de outubro na
Estação Santa Cecília. Quarenta crianças de 8 a 12 anos de idade, participaram
das atividades, orientadas pelos monitores da Plastivida.
A próxima oficina acontecerá no dia 4 de novembro, às 14
horas, na estação Tatuapé.
Já é possível transformar 1 quilo de saches plásticos em 1
litro de gasolina. Essa idéia foi desenvolvida por cientistas da Universidade
Medelevev, em Moscou, na Rússia. A técnica é baseada no tratamento termal
catalisado de materiais poliméricos.
A transformação funciona da seguinte forma: os rejeitos
plásticos são moídos e derretidos, sem necessidade de lavagem. A seguir
adiciona-se o catalisador em pó e a mistura é exposta à destruição termal,
gerando o combustível.
Outro benefício apontado pelo processo é a produção de uma
pequena quantidade de uma substância que lembra o piche, e que por ser
inflamável também pode ser reaproveitada.
Este não é um caso isolado. A transformação de produtos
obtidos a partir de petróleo tem sido alvo de estudiosos no mundo inteiro.
Fispal Nordeste
Data: 04 a 07 de novembro
Local: Centro de Convenções de Pernambuco - Olinda – PE
Contato: www.fispal.com
Japan IPF 2008 – Feira de tecnologia dos
lideres de produção de plástico e borracha
Data: 7 a 11 de novembro
Local: Tóqui – Japão
Contato: www.a-tex.co.jp/plastics
Expovel – Feira Agropecuária
Data: 07 a 16 de novembro de 2008
Local: Parque Exposições de Cascavel - Cascavel
PR
Contato: expovel@terra.com.br; www.expovel.com.br
III Feira internacional de máquinas têxteis
Data: 11 á 14 de novembro
Local: Centro Costa Salgueiro – Buenos Aires – Argentina
Nanotec 2008 Data: 12 a 14 de novembro
Local: Centro de Exposições Imigrantes – São Paulo
Contato: www.nanoteexpo.com.br
Fimai – Feira e Seminário Internacional de
Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade
Data: 12 a 14 de novembro
Local: Expo Center Norte - São Paulo – SP
Contato: rmai2@uol.com.br; www.fimai.com.br
IPA 2008 - Salão Internacional da Transformação Alimentar
Data: 17 a 21 de novembro
Local: Paris
Contato: www.emballageweb.com
Emballage 2008
Data: 17 a 21 de novembro
Local: Paris –França
Contato: www.emballageweb.com
DMP 2008 (feira internacional de plásticos, embalagens,
borrachas etc.)
Data: 19 a 22 de novembro
Local: Dongguan –China
Contato: www.paper-com.com.hk
Feira da indústria de Plásticos e Borracha do
Pacífico-Asiático
Data: 29 de novembro a 2 de dezembro
Local: Xangai –China
Contato: www.applas.com
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